Poema – A Bruma da Incerteza
Pois é, outro poema. Fazer o quê, não é? Com vocês:
A Bruma da Incerteza, por Daniel Esteves de Barros
Ó pálida fuligem, que paira sobre as nossas vidas
Encobristes os campestres caminhos
Proporcionou-nos o flerte com o desconhecido
Em face de ti nos caem as incertezas
Recalcadas sob o mais belo mistério
Que nos tira a visão concreta do caminho a ser traçado
Mas nos brinda com a possibilidade de encontrar o desconhecido
Aquilo que é novo, aquilo que está por vir
E há algo mais belo do que o misterioso?
O real progenitor da ciência e da arte, segundo Einstein
Vossa emblemática coberta que nos oculta a fatídica obviedade da vida
E que nos dá a esperança para continuarmos buscando a perfeição
Que jamais será alcançada, mas nos atribui o motivo de nossa existência
Traçando caminhos que, por ti, são tão lindamente ocultados
E nos proporcionam os mais embaraçosos questionamentos
Ora bons e instigantes, ora cruéis e perturbadores
Ó pálida fuligem, que a incerteza em nós nos proporciona
É a passos deveras cautelosos que rasgamos vosso véu
Descortinamos vosso conveniente arrimo ao desconhecido
E o concreto sentimento da mais dilatada imprecisão
Finalmente nos atinge por inteiro e faz-nos interrogarmos
O que escondestes tão sigilosamente de nós?
Dai-nos a devida concessão para que possamos amplamente averiguar?
E findarmos se nos escondes algo de bom, de ruim, ou mais do mesmo?
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Gostei. Vc expressou bem o q gostaria de ter expressado e como sempre fez bom uso das palavras criando uma linguagem rebuscada de forma natural.
Soh acho q deveria fazer textos mais regulares tipo linhas com o mesmo numero de silabas e tal, do msm jeito q tem feito em seus poemas atuais.
No geral gostei mto parabéns!
Ok, Bruna! Valeu a dica e note que estou a adotando ultimamente, conforme você mesma citou! ;D