Archive for the ‘Conversa’ Category
Oscar 2012 – Prováveis Vencedores (Ou Provavelmente Não)… e mais: como é a vida de um crítico de Cinema antes, durante e depois do Oscar… furo de reportagem!!!
Por Daniel Esteves de Barros.

Um personagem de filme preto e branco com a estatueta na mão... hummm... muitíssimo criativo! Mesmo!
Saldo de Minhas Apostas nos Indicados ao Oscar 2012, justificando as apostas furadas (e não foram poucas), a leve imprevisibilidade desta edição do Oscar e muitas gírias e piadinhas empregadas de modo infâme
Por Daniel Esteves de Barros.

É… então… bom… errrrr… pelo visto, contrariando o que disse no post anterior, o Oscar 2012 me parece que não foi tão previsível assim, pelo menos até o momento, né não? Desta forma, comentários bestas de minha parte como “…tá tudo muito óbvio neste ano… ainda mais óbvio que o usual…” e “Gostaria, acima de tudo, de agradecer ao Capitão Óbvio pela força dada na maior parte das categorias” foram um belo tiro de carabina no meu pé… e adivinhem quem puxou o gatilho? Eu? Talvez, mas com uma fortíssima ajuda da Academia (a propósito, como sempre, usarei a palavra “Academia” a exaustão aqui, mas qual outra palavra eu poderia utilizar pra chamar essa entidade? O quê? Ah, sim, é mesmo, posso utilizar a palavra “entidade”… como não pensei nisso antes?).
Prováveis indicados ao Oscar 2012 (ou nã… quê?! Ou não uma ova, tá tudo muito óbvio neste ano… ainda mais óbvio do que o usual)
Parece-me que amanhã vai rolar a relação dos indicados ao Oscar 2012, né não? Bom, com base nisso, resolvi fazer as minhas costumeiras apostas… vamos ver quantos indicados eu acerto, né (como se fosse fazer diferença)?

Top 10 – Melhores Músicas de 2011
Por Daniel Esteves de Barros.
Tá, esse não é o foco do Cine-Phylum e blá, blá, blá… mas assim como fiz no ano passado (tipo, retrasado), farei nesse ano (tipo, nesse ano mesmo, mas relacionado ao ano passado) também: vou listar as minhas músicas favoritas lançadas comercialmente, em algum lugar deste planeta, ao longo de 2011.
Top 10 – Melhores (e Piores) Filmes de 2011
Por Daniel Esteves de Barros.
Já expliquei aqui os motivos (ou a falta deles) que me levaram a assistir a (muito) poucos filmes durante 2011 (e talvez a coisa complique ainda mais em 2012), portanto, espero que não estranhem tanto a (pouquíssima) extensão da lista de 2011 em relação às de 2007, 2008, 2009 e, até mesmo, 2010. Enfim, não vou justificar muito. Segue aí a relação dos filmes os quais assisti em 2011, logo mais vem a lista com os piores (nem os odiei tanto assim, mas a verdade é que vi pouca coisa realmente ruim) filmes lançados comercialmente no Brasil neste ano que hoje se encerra e, por fim, a lista dos melhores do ano. E, apesar de considerar tais felicitações uma demagogia assaz irrelevante, feliz ano novo a todos (sim, blasé assim mesmo):
Mais uma desculpa esfarrapada (e que não será a última) sobre a inoperância do Cine-Phylum
Por Daniel Esteves de Barros.
Bom, serei sincero. Eu nem ia me dar ao trabalho de inventar outra desculpa esfarrapada (e esta, definitivamente, não será a última, tenham certeza disso), mas decidi escrever por aqui assim mesmo.
Mudanças
Por Daniel Esteves de Barros.
Parece clichê, é clichê, eu sei disso, mas, mesmo assim, vou postar e não tô nem aí.
Preciso rever o meu estilo de vida. Sim, preciso mudar algumas coisas. Muitas coisas, pra falar a verdade. E esse blog é uma dessas coisas que preciso mudar.
Já disse por aqui que não andava lá muito bem. Não sei se era depressão ou o que era, mas tava desanimadão, desmotivado pra cac*te. E não foi só o enfadonho hiato entre o fim do Oscar e o verão estadunidense que deixou as coisas no Cine-Phylum mais paradas do que uma noite varada com Paris Hilton dedicando-se exclusivamente a discutir política internacional. O problema era comigo mesmo.
Porém, aos poucos, vou aprendendo a ligar mais o “f*da-se”, a preocupar-me menos com o trabalho e a tocar a vida mais no flauteado (é, eu avisei que seria um post clichê). Aos poucos, vou reaparecendo por aqui, deixando de lado bobeiras que preencham o vazio existencial de forma insatisfatória e retomando o meu hobbie favorito que, ao contrário de Carla Perez, não é o azul com florzinha amarela, mas sim o Cinema.
Mas, por mais que eu me esforce, há um porém: a região onde eu moro. Sim, Cinema por aqui é complicado. Geralmente, filmes lançados no circuito nacional são simultaneamente lançados por estas bandas… mas em versões dubladas (blargh!). Sendo assim, como escrever críticas cinematográficas, se não se é capaz de analisar um dos principais pontos de uma obra cinematográfica: a atuação de seu elenco? Sim, como se analisa uma atuação maquiada por uma dublagem? F*da, né?
Por este motivo que o Cine-Phylum, a partir de agora (e pode ser que isso dure um fim de semana apenas, bem como uma década inteira), deixará de ser unicamente um espaço dedicado a críticas cinematográficas de minha autoria, pra ser também um espaço virtual de informações gerais sobre a sétima arte, mas de forma inteiramente parcial (sim, isso mesmo, parcial… não falei errado, não), contando com a minha opinião inserida do modo mais inconveniente e impertinente o possível.
E, levando-se em conta que, vez ou outra, eu solto uns termos estranhos pra car*lho meio esquisitos no meio dos meus textos (tipo “plano plongeé“, “mise en scene“, “rack foccus” e blá, blá, blá…) também dedicarei um pouco desse blog pra explicá-los de forma mais detalhada, pra que você perceba que Cinema não é só sentar numa poltrona e ficar comendo pipoquinha… ou não…
Sem mais, vamos falar de Cinema…
Ressaca pós-Oscar… o hiato mais improdutivo pra indústria, e o meu humor à lá Pedro de Lara
Tô sumido. Tô sumido, mas tô vivo… ou quase isso… tipo um morto-vivo com uma eterna crise existencial.
Mas ainda tô respirando e, creio eu, possibilitado de escrever sobre Cinema.
Dei uma p*ta pausa nas críticas daqui do Cine-Phylum, porque, em primeiro lugar, tava estudando contrabaixo – já que, sem nem ao menos saber tocar o tal do instrumento, fui convidado a entrar em duas bandas (é uma longa (e desconexa… e confusa… e estranha… e engraçadinha… e envolvendo noitadas baladeiras e bebidas alcóolicas) estória), haja visto a falta de um baixista profissional no mercado – e, em segundo lugar (e mais importante), tava de saco cheio de escrever sobre Cinema. Sérião!
Escrever sobre Cinema é lindão e tudo mais, mas também torna-se maçante pra quem trabalha que nem um cavalo durante oito horas por dia (mais meia hora extra, totalizando oito horas e meia) em um emprego altamente chato convencional.
Resolvi então aproveitar essa ressaca pós-Oscar, que é o período mais niilista num ano cinematográfico, pra dar uma “respirada”. O hiato correspondente entre o fim da cerimônia e o início do verão estadunidense é o mais improdutivo pra indústria e, consequentemente, pra quem também a toma como principal passatempo.
Mas isso não é desculpa. Filmes novos estrearam nos circuitos brasileiros nas últimas semanas e eu poderia muito bem ter escrito sobre estes. Mas preferi não escrever. Tô cansadão mesmo. De saco cheio. Mesmo.
Enfim, espero que com o feriadão farofadaço, envolvendo Tiradentes e Páscoa, eu descanse e bote o meu humor (que anda num nível ainda mais baixo que, sei lá, que o do Pedro de Lara andava) nos trinques e consiga escrever, primeiramente, sobre “Bruna Surfistinha” (sim, crítica atrasadaça, mas ainda assim vou escrever porque o filme tem muita p*taria e isso atrai a galera é brazuca e faz tempo que não escrevo sobre o nosso Cinema), e depois sobre as demais produções que forem estreando por aí.
Abraços… na esperança de curar a minha ressaca pós-Oscar e o meu (péssimo) humor.

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