Archive for the ‘Conversa’ Category

The Strokes – Angles, bastante experimentalismo tolerável (mas nem tanto assim) e muito de um pouco da história do rock, por Julian, Nick, Albert, Nikolai e Fabrizio

Por Daniel Esteves de Barros.

The-Strokes - Angles

Não faz muito tempo que eu ouvi toda a discografia dos Strokes (que, até então, era formada por apenas três álbuns, diga-se) pela milionésima vez.

São raros os dias, e praticamente inexistentes as semanas, que eu passo sem ouvir uma única musiquinha que seja da banda que ganhou o título de “salvadora do rock” (falando nisso, merecidíssimo o tal do “título”, afinal de contas, em uma época onde bandas da linha de um Linkin Park pagavam uma grana boa pra um Zé Ruela qualquer ficar apertando um botão, os Strokes surgiram com uma proposta que ficou conhecida como post garage rock revival, onde o rock cru de bandas estadunidenses independentes da década de 1960 viria a ser relembrado, e com o acréscimo de letras que não falam necessariamente sobre romancezinhos bregas, mas sim sobre incidentes entediantes que marcam as nossas vidas igualmente entediantes).

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Miley Cirus apresentando The Strokes (e música nova do “Angles”) no Saturday Night Live

É… eu sei… eu sei… havia prometido parar de falar sobre Música por aqui, até porque a audiência do Cine-Phylum começou a despencar após a cerimônia do Oscar e os posts sobre a 1ª Arte não tão ajudando p*rra nenhuma na reversão dessa situação… muito pelo contrário.

The-Strokes-And-Miley-Promo-For-SNL

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Novo (som e clipe) do Arctic Monkeys – “Brick by Brick”

Bom, depois da asneira que cometi ao não reparar nas metáforas praticamente ÓBVIAS (mas que precisam ser analisadas sob um olhar clínico pra serem compreendidas) dentro do mais novo videoclipe da banda nova-iorquina The Strokes – “Under Cover of  Darkness” (e não, nunca irei me perdoar por isso), nem vou comentar nada sobre o novo clipe do Arctic Monkeys, minha banda indie favorita (e uma de minhas bandas favoritas, independentemente do estilo, gênero, rótulo ou modinha que se possa seguir), “Brick by Brick”.

Bom… não vou comentar o clipe em si (pra evitar falar m*rda novamente), mas a música… bom, a música tem uns riffs meique no estilão AC/DC. A voz de Alex Turner tá irreconhecível demais (é ele quem tá cantando mesmo???), salvo em alguns momentos quando ele entona um “Brick by Briiiiiiick”, mas o vocal tá bem bacana. O som em geral é bem bacana também, segue um estilão rock puro, secão. Gostei. Não é lá muito original, mas gostei demais!!!

E que semana sensacional essa pra música alternativa, não?! Clipe novo (e maravilhoso, embora subestimado por uma besteira minha) dos Strokes, música nova do Arctic Monkeys, e só não comento sobre a nova música dos Strokes – “You’re So Right” – pois achei-a desnecessariamente estranha (isso até eu me tocar que existem várias metáforas por trás de todo aquele semi-vanguardismo e redundância melódica aparentemente desnecessárias, né???).

E chega de falar de Música. Amanhã, ou depois, reapareço por aqui com a crítica da animação  “Rango”.

Errata… peraí… errata?! Ou seria alguma outra coisa?! Enfim… errata.

Fui obtuso, besta, direto demais!!! Não enxerguei subjetividade onde havia muiiiiiito disso, praticamente um rio do tamanho do Amazonas. Aí detonei o clipe novo dos Strokes, afirmando que não gostei nadinha do que havia visto. Fui tolo!!! Logo eu, que preciso encontrar metáforas numa simples perseguição entre gato e rato, onde a maioria dos seres humanos, sem parar pra refletir, vê apenas uma p*rra de uma simples perseguição entre gato e rato.

Enfim, li uma análise sobre o vídeo de “Under Cover of Darkness” e concluí: “Pô, Warren Fu é o Sergio Leone dos videoclipes, só pode!!! Como não percebi isso antes?!?!”. Enfim, clique aqui para ler uma crítica (uma verdadeira crítica mesmo, assim como devem ser redigidas as críticas de Cinema) do tal videoclipe, assinada por Marília (só Marília), e notem que a genialidade do vídeo vai muiiiiiiiito além dos travellings estilosos que mencionei outrora.

E que isso sirva de lição para que eu passe a julgar certas coisas sob uma ótica menos preguiçosa.

Sobre o novo (álbum) do Radiohead, o novo (clipe) do Strokes e o novo pequeno grande show no Brasil, apresentando The Drums

O Oscar foi embora e, que tal mudarmos, só por um dia (prometo!), o foco deste blog?

Não tenho conhecimento teórico e técnico algum sobre música, mas vou falar despretenciosamente sobre isso agora porque… porque… oras, porque eu quero e ponto final.

Bom, pro azar da galera seguidora do Cine-Phylum, no Twitter, floodei a timeline da moçada com 24 (número sugestivo, hein?) tweets sobre o novo álbum do Radiohead, o tão comentado “The King of Limbs”. A minha opinião sobre cada música segue aí embaixo, com todos os tweets que registrei sob a já extinta hashtag #radioheadthekingoflimbs:

The_Kings_of_limbs Clique aqui para ler a matéria completa

O vexam… digo… o saldo de minhas vergonh… digo… de minhas apostas no Oscar 2011

Oh céus!!! Que vergonha, que azar, que dia!!! Dos 24 prêmios, acertei apenas 13 (54,16% de acertos)… agora sei mais ou menos o grau da vergonha que Roberto Baggio sentiu quando errou o penalti e deu o tetra ao Brasil. Mas vá, dêem um desconto pra mim, pô! A grande maioria dos críticos e jornalistas também não se deu lá muito bem com as suas apostas, visto que, neste ano, a cerimônia foi imprevisivelmente previsível (cliquem e leiam aqui pra entender)!

vergonha Clique aqui para ler esta auto-humilhação… digo… esta matéria completa

Oscar 2011 ou: como eu aprendi a parar de me preocupar e amar a p*rra da imprevisibilidade previsível da p*rra do Oscar

Tsc… fala sério, vai. Ver cerimônia do Oscar se tornou algo chato pra c***lho!!! Uma embrameira dos diabos pra p*rra nenhuma!!!

rede_social_discurso_do_rei Clique aqui para ler a matéria completa

Últimas apostas pro Oscar 2011, justificativas e considerações (nada) importantes, o título de uma canção Bossa Nova pro Oscar 2011, um tsunami de piadinhas sem graça e… e é isso aí…

Bom, sabem a relação que fiz em 18 de fevereiro de 2011? Sim, aquela sem justificativa nenhuma, sem comentário nenhum, sem p*rra nenhuma justificando os prováveis vencedores? Pois é, mudei de opinião em relação a algumas (tipo, muiiiitas) categorias e tô postando a nova relação aí em baixo, com direito a justificativas plausíveis… ou não.

oscar_2011_apresentadores

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Sobre os indicados ao Oscar de Melhor Filme em 2011

Tô me preparando pra octogésima terceira edição do Oscar, que acontece no próximo domingo, dia 27, e, já que não tenho tempo hábil pra assistir a todas as produções que concorrem a todos os prêmios, decidi então fazer o óbvio: assistir aos dez indicados na categoria principal e escrever análises sobre cada um deles.

p213266-Los_Angeles_CA-Kodak_Theatre Clique aqui para ler a matéria completa

Prováveis vencedores do Oscar 2011

Curto pagar de pseudo-intelectual alternativinho (que é o que tá na moda, ou seja, de alternativo não tem p*rra nenhuma), mas como TODA E QUALQUER pessoa, gosto de confete.

Foi ao constatar então que a string de busca mais utilizada no Google era “Prováveis vencedores do Oscar 2011″ que eu, oportunista como sou, decidi criar um post justamente com este nome.

Pois aí vai a minha relação sequérrima e sem quaisquer justificativas:

Melhores Efeitos Visuais: “A Origem”.

Melhor Edição de Som: “A Origem”.

Melhor Mixagem de Som: “A Rede Social”.

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