Archive for the ‘Filmes Recentes’ Category
Não Me Abandone Jamais, e uma porrada de referências à “1984″, “Admirável Mundo Novo”, “Um Estranho no Ninho”, “O Processo”, “Pink Floyd – The Wall” e, principalmente (ou não), “Blade Runner”
Por Daniel Esteves de Barros.
Avaliação: ![]()
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(Ótimo Filme).
Clique para ler a crítica completa de “Não Me Abandone Jamais”
Jogo de Poder, Inversões de Expectativas e Doug Liman manda bem e mal em seu melhor filme
Por Daniel Esteves de Barros.
Avaliação: ![]()
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(Ótimo Filme).
Sexo Sem Compromisso + atuações (salvo uma ou outra) sem compromisso + direção sem compromisso + roteiro sem compromisso = filme sem graça… e sem cérebro
Por Daniel Esteves de Barros.
Avaliação:
(Filme Ruim).
Clique aqui para ler a crítica completa de “Sexo Sem Compromisso”
127 Horas, 93 minutos (alguns deles de pura encheção de linguiça), uma ótima direção com vícios, uma excelente atuação sem vícios
Por Daniel Esteves de Barros.
Avaliação: ![]()
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(Bom Filme).
Bravura Indômita, ou: como eu apanharei até morrer após considerar apenas passável uma refilmagem que todos amaram
Por Daniel Esteves de Barros.
Avaliação: ![]()
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(Bom Filme).
Clique aqui para ler a crítica completa de “Bravura Indômita”
O Discurso do Rei, o talento técnico de Tom Hooper, o gaguejar natural de Colin Firth, o estilão semi-blasé e sarcástico de Geoffrey Rush e o roteiro que acerta, mas também erra muito, de David Seidler
Por Daniel Esteves de Barros.
Avaliação: ![]()
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(Ótimo Filme).

O Vencedor, o quase-Elia Kazan versão 2.0, o queridinho do quase-Elia Kazan 2.0 e o queridinho de Christopher Nolan numa mistura genial de Al Pacino com Robert de Niro, misturado com muita naturalidade
Por Daniel Esteves de Barros.
Avaliação: ![]()
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(Ótimo Filme).
Toy Story 3, o vigor técnico de Unkrich, o roteiro emocionante de Arndt, a divertida melancolia dos personagens, o avanço das animações e uma crítica (um pouco) mais séria
Por Daniel Esteves de Barros
Avaliação: ![]()
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(Obra-Prima).
Um Lugar Qualquer, a sensibilidade da filha de Francis, o sorriso hipócrita de Dorff, o carisma da irmã mais nova de Dakota Fanning e a importância narrativa de uma eficiente mixagem de som
Por Daniel Esteves de Barros.
Avaliação: ![]()
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(Bom Filme).
Clique aqui para ler a crítica completa de “Um Lugar Qualquer”




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