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	<title>Cine-Phylum - A Evolução da Espécie &#187; Poemas</title>
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	<description>Uma completa jornada pela grande evolução cinematográfica</description>
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		<title>Poema &#8211; Paradoxalmente Semelhante</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 03:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Daniel Esteves de Barros.
Você na certa deve ter se esquecido
De como costumava ser naquele mês de agosto
Quando o seu rosto ficava enrubescido
E os temas fugiam do que se havia proposto.
O papel de parede já se encontrava encanecido
E o vazio dali me brindava com um doce desgosto
Trancado e isolado, cansado e desvanecido
Deitado e lutando para dormir [...]]]></description>
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		<title>Poema &#8211; Sexta à Noite</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 02:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Daniel Esteves de Barros.
A velha mensagem de sempre
Remete à velha dúvida de sempre
Se devemos conflitar a noite
Não creio que trará alguma surpresa
Minhas vestimentas estão surradas
Adoro-as assim.
Ah, sei lá, pode ser agradável
Pode proporcionar algum cansaço
Creio que os barulhos de hoje
Serão aleatoriamente os de amanhã
Iguais, mas em ordem oposta
Melhor do que na mesma sequência.
Dizem que ali [...]]]></description>
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		<title>Poema &#8211; Paralelo Ilusionista</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 00:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Redigido, editado e publicado por Daniel Esteves de Barros aos 13 de janeiro de 2010.
Outro poema da série &#8220;Daniel é um maníaco depressivo niilista passivo e quer que todos se matem&#8221;.
Findam-se os efeitos da cocaína
A consciência se firma novamente
O real concretiza-se vagarosamente
A agonia apunhala-me uma vez mais
Tudo está de volta, tudo é tão igual
Mendigos perambulam [...]]]></description>
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		<title>Poema &#8211; O Utópico e o Realista</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 02:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tu brindes-me somente com a tua distância
Leves junto de ti os teus falsos e hipócritas ideais
Não cries esperanças que não se realizarão jamais
Esqueças os teus planos carregados de discrepância
Teus dizeres que outrora me preencheram de anseios
Jazem agora despedaçados em minha confusa mente
E ali, sepultá-los-ei, sem nunca violá-los novamente
Em conjunto com vossas utopias e tolos [...]]]></description>
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		<title>Poema &#8211; Infindáveis Queixumes</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 22:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro poema ultra-romântico (pra variar) de minha autoria (maldito dia em que decidi começar a escrever poemas!), esse é bem curto (pois é, passei a tarde toda lendo Álvares de Azevedo, resultou nisso):
Infindáveis Queixumes, por Daniel Esteves de Barros.
Aleivosos ou lhanos afetos não mais me afagam
Belos sonhos não mais nascem dentro de mim
Eminentes perigos não [...]]]></description>
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		<title>Poema &#8211; Prefácio à Inalterabilidade Existencial Humana</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 01:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[O meu poema menos inspirado, mas um dos mais sinceros:
Prefácio à Inalterabilidade Existencial Humana, por Daniel Esteves de Barros.
Era uma fatídica tarde de domingo
O moribundo sangrava pelas pernas
Terminalmente enfermiço em uma cama de hospital
Entediando-se com suas limitações físicas.
Os raios de sol penetram a janela sem serem convidados
Exibindo-lhe a patética juventude ao lado de fora
Entregando-se à [...]]]></description>
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		<title>Poema &#8211; O Cadáver e o Efêmero Peregrino</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 04:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[O Cadáver e o Efêmero Peregrino]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Postado por Daniel Esteves de Barros]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro poema de minha autoria (pois é, disse que iria viciar nisso, não disse?). Este aqui foi baseado totalmente em fatos reais, vivenciados por mim na última noite de sábado (06 de junho de 2009), exceto, é claro, no que diz respeito à carga sobrenatural incluída nesta prosa, que deve ser encarada pelo leitor metaforicamente, [...]]]></description>
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		<title>Poema &#8211; A Bruma da Incerteza</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 19:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[A Bruma da Incerteza]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Postado por Daniel Esteves de Barros]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é, outro poema. Fazer o quê, não é? Com vocês:
A Bruma da Incerteza, por Daniel Esteves de BarrosÓ pálida fuligem, que paira sobre as nossas vidasEncobristes os campestres caminhosProporcionou-nos o flerte com o desconhecidoEm face de ti nos caem as incertezasRecalcadas sob o mais belo mistérioQue nos tira a visão concreta do caminho a [...]]]></description>
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		<title>Poema &#8211; O Deleite dos Egoístas</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 23:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[O Deleite dos Egoístas]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Postado por Daniel Esteves de Barros]]></category>

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		<description><![CDATA[No alto de mais uma dentre minhas inúmeras crises existenciais, compus este poema que, para ser verdade, resume bem a minha ideologia e a minha pregação. Vamos à leitura do mesmo? Com vocês:
O deleite dos egoístas, por Daniel Esteves de Barros
Vivo em uma catártica e sorumbática ilusãoNa esperança de poder encontrarRespostas que jamais virãoPara que [...]]]></description>
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		<title>Poema &#8211; Às 4 da Manhã</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Mar 2008 21:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Esteves de Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Às 4 da Manhã]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Postado por Daniel Esteves de Barros]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O “Cine-Phylum” é, e sempre foi, um espaço virtual destinado a analisar o Cinema desde os seus primórdios (vide minha crítica de “Intolerância”), passando por sua famosa Era de Ouro (vide minhas críticas de “&#8230;E o Vento Levou”, “Cidadão Kane”, “Casablanca”, “A Felicidade Não Se Compra”, “Crepúsculo dos Deuses”, “Rastros de Ódio”, “Juventude Transviada” [...]]]></description>
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