“O Hobbit”, Christopher Lee e o pequeno êxodo neo-zelandês do filme
Por Daniel Esteves de Barros.
Rolou hoje, no Badass Digest, a notícia de que Peter Jackson teria de filmar certas cenas de sua mais nova super-mega-blaster-produção: “O Hobbit“, na Inglaterra. Ocorre que, Christopher Lee, o Saruman de “O Senhor dos Anéis“, não anda lá muito bem de saúde e a viagem dele pra Nova Zelândia torna-se um tanto o quanto inviável.
Levando isso em conta, o gênio geek Peter Jackson mostrou solidariedade e ética para com o veterano ator e, ao invés de simplesmente meter a caneta em seu nome na lista de atores que irá compôr o elenco completo do longa (até porque, fica difícil imaginarmos outro Saruman que não seja ele, né?), optou por rodar as cenas as quais o personagem de Lee participa na Inglaterra mesmo.
Bom, não se pode negar que Jackson admira muito mesmo o trabalho de Lee, já que se propôs a abandonar a sua tão querida terra-natal, que escolheu para rodar cada segundo de “O Senhor dos Anéis“, em prol da participação do segundo intérprete de Conde Drácula mais célebre da história do Cinema.
Mudanças
Por Daniel Esteves de Barros.
Parece clichê, é clichê, eu sei disso, mas, mesmo assim, vou postar e não tô nem aí.
Preciso rever o meu estilo de vida. Sim, preciso mudar algumas coisas. Muitas coisas, pra falar a verdade. E esse blog é uma dessas coisas que preciso mudar.
Já disse por aqui que não andava lá muito bem. Não sei se era depressão ou o que era, mas tava desanimadão, desmotivado pra cac*te. E não foi só o enfadonho hiato entre o fim do Oscar e o verão estadunidense que deixou as coisas no Cine-Phylum mais paradas do que uma noite varada com Paris Hilton dedicando-se exclusivamente a discutir política internacional. O problema era comigo mesmo.
Porém, aos poucos, vou aprendendo a ligar mais o “f*da-se”, a preocupar-me menos com o trabalho e a tocar a vida mais no flauteado (é, eu avisei que seria um post clichê). Aos poucos, vou reaparecendo por aqui, deixando de lado bobeiras que preencham o vazio existencial de forma insatisfatória e retomando o meu hobbie favorito que, ao contrário de Carla Perez, não é o azul com florzinha amarela, mas sim o Cinema.
Mas, por mais que eu me esforce, há um porém: a região onde eu moro. Sim, Cinema por aqui é complicado. Geralmente, filmes lançados no circuito nacional são simultaneamente lançados por estas bandas… mas em versões dubladas (blargh!). Sendo assim, como escrever críticas cinematográficas, se não se é capaz de analisar um dos principais pontos de uma obra cinematográfica: a atuação de seu elenco? Sim, como se analisa uma atuação maquiada por uma dublagem? F*da, né?
Por este motivo que o Cine-Phylum, a partir de agora (e pode ser que isso dure um fim de semana apenas, bem como uma década inteira), deixará de ser unicamente um espaço dedicado a críticas cinematográficas de minha autoria, pra ser também um espaço virtual de informações gerais sobre a sétima arte, mas de forma inteiramente parcial (sim, isso mesmo, parcial… não falei errado, não), contando com a minha opinião inserida do modo mais inconveniente e impertinente o possível.
E, levando-se em conta que, vez ou outra, eu solto uns termos estranhos pra car*lho meio esquisitos no meio dos meus textos (tipo “plano plongeé“, “mise en scene“, “rack foccus” e blá, blá, blá…) também dedicarei um pouco desse blog pra explicá-los de forma mais detalhada, pra que você perceba que Cinema não é só sentar numa poltrona e ficar comendo pipoquinha… ou não…
Sem mais, vamos falar de Cinema…
Se Beber Não Case! Parte II… e quando menos absurdo pode ser mais frustração…
Por Daniel Esteves de Barros.
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(Filme Regular).
Clique aqui para ler a crítica completa de “Se Beber Não Case! Parte II”
Uma crítica que não é crítica sobre o novo “Piratas do Caribe”… a crítica que será crítica escrevo noutro dia…

Vi o tal do “Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas” (que, a partir de agora, passo a chamar singela e resumidamente de “Piratas 4”) que, segundo as minhas previsões, iria levantar os blogs de cinema (inclusive este daqui) da ressaca pós-Oscar. Read the rest of this entry »
Bruna Surfistinha, a perspicácia do Baldini, a meiguice safadinha de Secco, o roteiro formulaico, e a mulherada nua
Por Daniel Esteves de Barros.
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(Bom Filme).
Clique aqui para ler a crítica completa de “Bruna Surfistinha”
A Esfera Twitteira e a Morte do Obama, digo, do Osama; a Arte de se Enterrar no Mar (entenda como quiser); e o Marrone que supostamente tava no helicóptero que espionava o Osama e caiu…
Por Daniel Esteves de Barros.
Em primeiro lugar, que o Lúcio Ribeiro não me processe por plagiar a sua ótima idéia: listar os tweets mais f*das que rolaram sobre um determinado tema, no caso: a morte do negativamente famigerado Osama bin Laden (aliás, os posts do Lúcio Ribeiro você pode conferir clicando aqui). Juro que não repetirei essa prática de listar os tweets que julguei mais engraçados e reproduzi-los aqui, no Cine-Phylum, até porque, o blog já fugiu umas novecentas mil vezes de seu propósito principal e, na moral, seria sacanagem persistir fazendo isso.

Clique aqui para ler a baboseira toda, digo, a matéria de exímia credibilidade toda
Ressaca pós-Oscar… o hiato mais improdutivo pra indústria, e o meu humor à lá Pedro de Lara
Tô sumido. Tô sumido, mas tô vivo… ou quase isso… tipo um morto-vivo com uma eterna crise existencial.
Mas ainda tô respirando e, creio eu, possibilitado de escrever sobre Cinema.
Dei uma p*ta pausa nas críticas daqui do Cine-Phylum, porque, em primeiro lugar, tava estudando contrabaixo – já que, sem nem ao menos saber tocar o tal do instrumento, fui convidado a entrar em duas bandas (é uma longa (e desconexa… e confusa… e estranha… e engraçadinha… e envolvendo noitadas baladeiras e bebidas alcóolicas) estória), haja visto a falta de um baixista profissional no mercado – e, em segundo lugar (e mais importante), tava de saco cheio de escrever sobre Cinema. Sérião!
Escrever sobre Cinema é lindão e tudo mais, mas também torna-se maçante pra quem trabalha que nem um cavalo durante oito horas por dia (mais meia hora extra, totalizando oito horas e meia) em um emprego altamente chato convencional.
Resolvi então aproveitar essa ressaca pós-Oscar, que é o período mais niilista num ano cinematográfico, pra dar uma “respirada”. O hiato correspondente entre o fim da cerimônia e o início do verão estadunidense é o mais improdutivo pra indústria e, consequentemente, pra quem também a toma como principal passatempo.
Mas isso não é desculpa. Filmes novos estrearam nos circuitos brasileiros nas últimas semanas e eu poderia muito bem ter escrito sobre estes. Mas preferi não escrever. Tô cansadão mesmo. De saco cheio. Mesmo.
Enfim, espero que com o feriadão farofadaço, envolvendo Tiradentes e Páscoa, eu descanse e bote o meu humor (que anda num nível ainda mais baixo que, sei lá, que o do Pedro de Lara andava) nos trinques e consiga escrever, primeiramente, sobre “Bruna Surfistinha” (sim, crítica atrasadaça, mas ainda assim vou escrever porque o filme tem muita p*taria e isso atrai a galera é brazuca e faz tempo que não escrevo sobre o nosso Cinema), e depois sobre as demais produções que forem estreando por aí.
Abraços… na esperança de curar a minha ressaca pós-Oscar e o meu (péssimo) humor.
Não Me Abandone Jamais, e uma porrada de referências à “1984″, “Admirável Mundo Novo”, “Um Estranho no Ninho”, “O Processo”, “Pink Floyd – The Wall” e, principalmente (ou não), “Blade Runner”
Por Daniel Esteves de Barros.
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(Ótimo Filme).
Clique para ler a crítica completa de “Não Me Abandone Jamais”

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