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Um Ato de Liberdade – *** de *****

Estou contente! Não a ponto de soltar rojões ou sair correndo nu pelas ruas (o que seria um atentado ao bom gosto de minha parte), mas estou muito contente! Enfim, encerrei o ciclo que deveria ter encerrado no dia 22 de fevereiro de 2009, antes da cerimônia do Oscar dar o seu início. Assisti a todas as produções mais “mainstreans” que participaram do Oscar 2009. Ainda não assisti aos indicados a Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Documentário e muito mais, mas pretendo fazê-lo antes deste semestre se encerrar. Mas, vamos ao texto do filme que completou o ciclo por mim iniciado?


Crítica:

Responda rápido: o que pode ser pior do que ser um judeu e viver em 1941, em plena Segunda Guerra Mundial? Ser judeu e polonês (já que a Polônia fora um dos principais alvos da Alemanha Nazista) ao mesmo tempo, não? Pois é, e assim eram os poloneses de Nailiboki. Tendo isso em vista, é mais do que óbvio que os habitantes desta região do globo terrestre encontravam-se mais perdidos do que cego em tiroteio, não? Sim, principalmente quando os nazistas passaram a atacar diversas cidadelas daquela região. Os poucos sobreviventes decidem então se unir e se esconder dos alemães nas florestas locais. Mas quem disse que o perigo deixaria de existir? É aí que surge o lendário Tuvia Bielski, um ex-militar que, ao lado dos irmãos Zus e Asael, une os esparsos bandos judeus foragidos, formando um grupo só. Bielski começa a armar o clã na medida do possível e passa a organizar as defesas, para o caso de uma “blitzkrieg” nazista.

Primeiramente, a sinopse do filme por si só já se revela interessante o bastante para merecer uma conferida. Em segundo lugar, quantas vezes você já ouviu falar de Tuvia Bielski? Pois é, e esta é uma das missões mais importantes da sétima Arte, levar cultura aos expectadores, no caso, aqueles que, como eu, nunca haviam ouvido falar nos irmãos Bielski e terão a oportunidade de conhecer algo sobre eles no filme em questão. Em último lugar, e não menos importante: quantas vezes você já ouviu falar em um líder militar que tornou-se herói não por organizar ataques, mas sim por fugir dos mesmos? Isso mesmo, fugir dos ataques. Sendo assim, se o leitor estava procurando um único motivo que seja para ir ao cinema conferir “Um Ato de Liberdade” (que estréia aqui no Brasil amanhã, 27/02/2009), estou dando três motivos, e olhe que acabei de iniciar este texto.

Aí o leitor conclui: “___ Puxa vida! Mas um filme com tantas qualidades, assim como você mesmo está apontando, só pode ser uma obra-prima, não?”. De jeito nenhum, “Um Ato de Liberdade” está muito longe, mas muito longe mesmo, de poder ser alcunhado de uma obra-prima. E quem seria o grande responsável por isso? O diretor Edward Zwick. Não que a culpa seja inteiramente dele, mas convenhamos, Zwick nunca foi e, pelo visto, nunca será um grande cineasta. Contudo, não podemos reclamar que os seus filmes não contam com uma dose mínima de carga emocional necessária para que nos cativemos com a trama (o que inclui até mesmo os recentes e apenas bons “O Último Samurai” e “Diamantes de Sangue”), não é mesmo? Minha resposta certamente seria sim caso não fosse este seu último filme: “Um Ato de Liberdade”.

Imagine você, caro leitor, tendo de se refugiar em uma floresta escura e com receio de morrer congelado com o alvorecer do inverno. Imaginou? Pois é, horrível não? Sim, mas Zwick jamais confere a sensibilidade necessária para tal. A única coisa que vemos aqui é um grupo de judeus foragidos que terão de enfrentar certos riscos, mais cedo ou mais tarde. E não podemos negar que Zwick, de fato, mostra os judeus passando fome, ou frio, ou contraindo graves doenças, como a tifo por exemplo, mas é como eu sempre digo: “o bom filme apenas mostra algo ao espectador, ao passo em que o grande filme transmite a esse o que está sendo mostrado, e de um modo que o faça sentir na pele”. “Um Ato de Liberdade”, infelizmente, encaixa-se na primeira opção.

Vemos os judeus fugindo de medo dos nazistas, os vemos lutando contra eles (quando necessário), os vemos passando fome, os vemos passando frio, os vemos contraindo doenças, mas Zwick jamais confere a sensibilidade dramática necessária para que o filme realmente nos cative. Ele não consegue fazer, por exemplo, o que Peter Weir faz no excepcional “Mestre dos Mares – O Lado Mais Distante do Mundo” quando mostra (e também consegue transmitir a todos nós, diga-se) a tripulação do HMS Surprise passando fome, ou (citando um outro filme produzido no mesmo ano), o que Peter Jackson faz no ainda mais excepcional “O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei” quando nos faz sentir na pele o drama de Frodo e Sam enquanto ambos sobem a Montanha da Perdição, em Gorgoroth, capital de Mordor.

Faltam cenas sensíveis como estas para podermos alcunhar “Um Ato de Liberdade” de obra-prima ou épico cinematográfico, que seja. Mas mesmo analisando-o como uma obra cinematográfica qualquer, o filme conta com as suas falhas. Além da direção de Zwick ser apagada demais e criar ângulos realmente satisfatórios em raros casos, o roteiro também falha na exploração de seu protagonista. Quando Tuvia entra em cena não sabemos nada acerca de seu passado e conforme a trama vai se desenrolando continuamos na mesmíssima situação. A única coisa que ficamos sabendo é que ele possuía um comércio com a sua ex-esposa antes de embarcar na vida de guerrilheiro.

Agora eu pergunto: por que cargas d’água o roteiro oculta que ele já foi membro do exército polonês? Sem dúvida é uma informação que, caso tivesse vindo até nós no início do longa, conseguiria conferir uma carga dramática muito mais consistente a este. E o que dizer então da covarde decisão que a produção toma para evitar polêmicas? Refiro-me aos boatos de que os “Partisans”, liderados por Tuvia, teriam molestado sexualmente mulheres e crianças durante a sua campanha. Por que o filme nem sequer “arranha” esta questão?

Mas nem por isso pensem que a obra encara os guerrilheiros apenas como pessoas sem desvios de caráter. Tuvia, principalmente, tem seus momentos de crueldade no filme, como na cena em que atira em um oficial nazista (e nos dois filhos dele também) que havia matado os seus pais e agora se encontra sem quaisquer chances de defesa. Ou então a cena em que, ao ver um outro oficial nazista, também sem as mínimas condições de autodefesa, sendo linchado pelo seu grupo, não faz absolutamente nada para cessar a tortura imposta ao alemão.

“Um Ato de Liberdade”, no fim das contas, se mostra um filme interessante pelas atuações de seu elenco (sobretudo Daniel Craig que está ótimo) e pela sua premissa em si, que acaba, infelizmente, sendo desenvolvida com pouquíssima sensibilidade pelo diretor e pelo roteirista Clayton Frohman. A estória, por si só, já se mostra bastante interessante por nunca ter sido contada no Cinema antes (e caso já tenha sido contada, por favor me avisem), bem como o seu protagonista, que não é desenvolvido da maneira que merecia, mas ainda assim nos desperta muita curiosidade.

Ah, e quanto à trilha-sonora, que concorreu ao Oscar mas perdeu, é realmente fantástica e confere ao filme um pouco da sensibilidade que a direção de Zwick e o roteiro de Frohman (que também é assinado por Zwick) não se mostraram capazes de conferir. Um grande trabalho de James Newton Howard.

Avaliação Final: 6,0 na escala de 10,0.

007 – Quantum of Solace – ** de *****

Nada mais justo do que utilizar esta pré-crítica a fim de demonstrar o carinho que sinto pela série “007”, uma vez que, como crítico de Cinema, jamais tive a oportunidade de fazê-lo, haja visto que nunca havia criticado um outro filme da saga anteriormente (exceto “007 – Cassino Royale” onde eu realizei um breve comentário sobre o mesmo). Quando escrevi sobre “Os Caçadores da Arca Perdida” fiz questão de deixar bem claro que nunca fui, e continuo não sendo, um grande fã da saga “Indiana Jones”, apesar de reconhecer todos os acertos da mesma. No mesmo texto mencionei o meu fanatismo incondicional pelas franquias “Guerra nas Estrelas”, “De Volta Para o Futuro” e “007”, uma vez que, não fosse pelas mesmas, jamais nutriria o amor que hoje em dia nutro por Cinema e nunca seria capaz de apreciar a filmes de cineastas como Kubrick, Fellini, Antonioni, Leone, Bergman, Kurosawa, Renoir, Truffaut, Bresson e muitos outros. Sendo assim, só tenho a agradecer à maravilhosa saga “007” e, mesmo que este 22° episódio da mesma tenha se revelado um dos piores filmes de toda a franquia, é uma honra incontestável poder criticá-lo durante a época de seu lançamento nos cinemas. Vamos à análise então.

Ficha Técnica:
Titulo Original: 007 – Quantum of Solace.
Gênero: Aventura.
Ano de Lançamento: 2008.
Site Oficial: http://www.007quantumofsolace.com.br/
Tempo de Duração: 105 minutos.
Diretor: Marc Forster.
Roteirista(s): Paul Haggis, Neal Purvis e Robert Wade.
Elenco: Daniel Craig (James Bond), Olga Kurylenko (Camille), Mathieu Amalric (Dominic Greene), Judi Dench (M), Giancarlo Giannini (Mathis), Gemma Arterton (Strawberry Fields), Jeffrey Wright (Felix Leiter), David Harbour (Gregg Beam), Jesper Christensen (Sr. White), Anatole Taubman (Elvis), Rory Kinnear (Tanner), Joaquín Cosio (General Medrano), Lucrezia Lante della Rovere (Gemma), Glenn Foster (Mitchell), Paul Ritter (Guy Haynes), Simon Kassianides (Yusef), Stana Katic (Corinne), Neil Jackson (Sr. Slate), Fernando Guillén Cuervo (Coronel da polícia), Guillermo del Toro (voz) e Alfonso Cuarón (voz).
Sinopse: Após capturar o criminoso Mr. White (Jesper Christensen), James Bond (Daniel Craig) descobre a existência de uma perigosa organização alcunhada de Quantum que pretende auxiliar um ex-ditador a retomar o poder na Bolívia em troca de uma parte significante de um deserto no interior daquele país.
007 – Quatum of Solace – Trailer:

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Crítica:
A seqüência pré-crédito de “007 – Quantum of Solace” (que, diga-se de passagem, se revela a pior seqüência de abertura de um filme protagonizado por James Bond) resume bem a produção em sua totalidade: ação frenética e desenfreada, embora execravelmente dirigida e curta demais. Pois é, logo em seu intróito, esta 22ª aventura do agente secreto mais famoso do Cinema já revela todos os erros e todos os acertos inseridos no longa inteiro. Começamos com uma perseguição de carros simplesmente eletrizante e desesperadora, mas que acaba sendo atrapalhada pelo péssimo trabalho de Marc Forster que, infelizmente, realiza cortes rápidos demais entre uma cena e outra, tornando a ação desnecessariamente artificial e, não fosse pelo brilhante trabalho realizado pelo diretor alemão no fraco “O Caçador de Pipas” (cuja exigüidade do longa reside no roteiro deste, e não na direção que é simplesmente ótima), diria que o mesmo deveria ter abandonado a sua carreira há anos.
Mas o maior responsável pelo fracasso de “Quantum of Solace” não é a direção de Forster e sim o roteiro de Robert Wade, Neal Purvis e Paul Haggis (aliás, muito me surpreende ver o nome de Haggis em um roteiro tão patético como este, uma vez que o roteirista foi o responsável pelos oscarizados “Crash – No Limite” e “Menina de Ouro”). Contando com uma premissa fraca e nada atraente, o script do longa em questão se revela fraco o bastante a ponto de torná-la ainda mais desinteressante do que esta já seria por si só, conforme será explanado no parágrafo infra.
Baseado na crescente onda de líderes comunistas que dão golpes de estado e assumem o poder absoluto em países latino-americanos (a propósito, é incrível ver como Hollywood adora atacar líderes de esquerda, não? Será que eles não sabem que Hugo Chaves assumiu o poder mediante voto popular, ou seja, não deu golpe algum? É fácil para a imprensa, inclusive a nacional (liderada pela repugnante Rede Globo de Televisão), deturpar os fatos do que vem acontecendo na Venezuela a fim de alienar o povo, difícil mesmo é mostrar imparcialmente o que realmente está ocorrendo), o filme narra o envolvimento da organização criminosa Quantum (a mesma de “007 – Cassino Royale”) com um ex-líder comunista boliviano que almeja voltar ao poder. Ao passo em que a organização contribui de todas as formas possíveis para que o político regresse ao poder, esta passa a exigir do mesmo uma significante parte de um deserto localizado no interior do país. Aparentemente, o interesse dos vilões naquela parte árida da América do Sul consiste na obtenção de petróleo, contudo, o filme se desenvolve e constatamos que o bem almejado pela organização Quantum é outro muito mais inerente ao ser humano. E é justamente aí que reside um dos maiores defeitos do longa: o plano absurdo, inverossímil e implausível dos terroristas. Tão intangível que nos remete à lembrança de “007 Contra o Foguete da Morte” (não no que diz respeito à execução deste, mas sim ao excesso de abstração do mesmo).
E falando em “007 Contra o Foguete da Morte”, é absurdamente impossível não ligarmos um outro grave defeito presente no filme de 1.979 a este mais novo exemplar da série “007”: o excesso de locações para um filme que possui uma estória quase nula. Ao invés de concentrar-se em um único lugar do globo terrestre, o roteiro parece fazer questão de jogar o espectador em vários locais do planeta, funcionando mais como um guia turístico de 105 minutos do que como um filme propriamente dito. O maior problema é que a trama, em momento algum, faz jus a tantas idas e vindas, assim como ocorria em “007 Contra Gondeneye”, filme onde cada viagem realizada pelo protagonista contava com um motivo plausível para ser efetuada.
Não bastasse a direção insatisfatória de Forster, o roteiro pífio de Wade, Purvis e Haggis, e o injustificável excesso de locações, “Quantum of Solace” ainda nos faz o “favor” de criar um vilão e uma bondgirl nada interessantes. Dominic Greene só não é um antagonista ainda mais patético em virtude à ótima atuação de Mathieu Amalric (que já havia mostrado um trabalho fabuloso em “O Escafandro e a Borboleta”), que confere ao personagem um garboso sotaque francês e algumas risadas cínicas que denotam um pouco de seu caráter, do contrário, Greene poderia muito bem ter sido substituído por um efeito em CGI, bem como um rato gigante traj
ado em um terno, caso tal permuta não soasse uma jogada tão artificial e absurda por parte do roteiro, é claro.
Mais desprezível que o vilão Greene é a bondgirl Camille, vivida por Olga Kurylenko, que parece só fazer parte da trama para não fugir de uma tradição que a série vem mantendo desde o seu primeiro episódio. Composta de maneira nada cativante, Camille é, talvez, a bondgirl mais dispensável de todos os tempos. Absolutamente nenhuma característica proveniente da moça se revela capaz de chamar a nossa atenção (salvo, é claro, a mescla de beleza latina com charme europeu desta), nem mesmo a sua sofrida estória. Uma parte desta culpa deve-se à inexpressividade de Kurylenko, que em momento algum confere o carisma inerente à personagem, a outra parte deve-se ao roteiro que não se preocupa nem um pouco em caracterizar a mocinha da estória de maneira mais cativante.

Destarte, “007 – Quantum of Solace” não é somente esta pilha de defeitos que fora comentada até então. Muito pelo contrário, apesar de estar a anos-luz de poder ser simplesmente encarado como um filme bom (para falar a verdade, é um dos piores da franquia), esta 22ª aventura da saga se mostra, ao menos, capaz de divertir o seu público alvo. No primeiro parágrafo desta crítica fora comentado o fato das cenas de ação do filme serem curtas demais. Sim, são tão curtas que quando você começa a se emocionar com as mesmas, elas repentinamente se encerram, tornando-se um tanto o quanto, com o prévio perdão da palavra, broxantes. Contudo, não há como negar que as mesmas sejam cativantes e suficientemente divertidas a ponto de prender o espectador na poltrona durante o filme todo.

O modo como o roteiro distribui as seqüências de aventura também é algo invejável. A trama pode não ser das melhores, bem como o desenvolvimento de muitos de seus personagens, mas o script ao menos foi capaz de “maquiar” este terrível engodo semeando estrategicamente diversas cenas curtas de aventura por todo o filme, fazendo com que o mesmo, em raros momentos, se torne cansativo e/ou entediante (e sejamos francos, está cada vez mais difícil ir aos cinemas e conferir um filme de ação que realmente valha a pena, prova disso é o recente e enfadonho “Max Payne”). Em outras palavras, apesar de todos os defeitos, “Quantum of Solace” se revela um longa tão dinâmico quanto “007 Contra Octopussy” (que, por incrível que pareça, durante a minha infância era o meu ‘Bond’ predileto), “007 – Somente Para os Seus Olhos”, “007 – Permissão Para Matar” e “Moscou Contra 007”.

O grande trunfo do filme, no entanto, fica por conta de Daniel Craig e a sua perfeita composição de James Bond. Encarnando o protagonista com a mesma frieza (repare como ele deixa, sem demonstrar quaisquer sinais de arrependimentos, o corpo de um amigo recém falecido guardado em uma lixeira) e violência utilizada no ótimo “007 – Cassino Royale”, o primeiro ator loiro que veio a protagonizar os filmes da franquia usa todo o seu talento a fim de executar uma atuação ainda mais convincente e cativante do que a que fora realizada no 21° filme da saga. E se no filme anterior Craig mostrava-se bem menos charmoso do que Pierce Brosnan se revelou em “007 – O Amanhã Nunca Morre”, neste “Quantum of Solace” o britânico dá a volta por cima e confere ao longa, praticamente, o mesmo garbo adotado por Sean Connery em “007 Contra Goldfinger”. É simplesmente cativante vermos o modo natural como o ator alterna entre o agente secreto extremamente bruto (vide a seqüência em que Bond elimina quatro oponentes dentro de um elevador) e charmoso (vide a seqüência, logo após a do elevador, onde Bond utiliza o calcanhar para empurrar delicadamente o braço de um oponente seu para dentro da cabina, a fim de permitir com que a porta desta se feche automaticamente).

“Quantum of Solace” falha gravemente no que diz respeito à direção e roteiro, além de criar seqüências de ação curtas demais, mas ao menos se revela um filme dinâmico e violento na medida certa, mantendo o mesmo ritmo que o seu antecessor e provando que Daniel Craig, definitivamente, veio para ficar.

Avaliação Final: 5,0 na escala de 10,0.

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