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Appaloosa – A Cidade Sem Lei – ** de *****

Já disse e torno a dizer, sou fã incondicional de westerns. Dentre os títulos em DVDs que possuo, o gênero que predomina é o famoso “bang-bang” (devo ter aproximadamente uns 30 filmes desta espécie, que incluem toda a Trilogia dos Dólares de Sergio Leone (“Por um Punhado de Dólares”, “Por uns Dólares a Mais” e “Três Homens em Conflito”), a Trilogia da América do mesmo cineasta (“Era uma Vez no Oeste”, “Quando Explode a Vingança” e não menciono “Era uma Vez na América” por um motivo óbvio, este não é western – dããããã), “Matar ou Morrer”, “Dança Com Lobos”, “Viva Zabata!”, entre outros, incluindo o ótimo e recente “Os Indomáveis”), logo, quando fiquei sabendo que este “Appaloosa – A Cidade Sem Lei” iria estrear nos cinemas no final de semana passado, fiquei, de uma certa forma, ligeiramente ansioso para conferi-lo (pois é como sempre digo, nunca me entusiasmo demais, ou de menos, antes de conferir um determinado filme. As chances de nos decepcionarmos são grandes). O problema é que, mesmo a ansiedade sendo bem pequena, o longa acabou me decepcionando bastante, afinal de contas, o mínimo que se poderia esperar era um filme razoavelmente divertido, principalmente após conferir o trailer do mesmo.

Ficha Técnica:
Título Original: Appaloosa.
Gênero: Western.
Ano de Lançamento: 2008.
Site Oficial: http://welcometoappaloosa.warnerbros.com/
Nacionalidade: Estados Unidos.
Tempo de Duração: 114 minutos.
Direção: Ed Harris.
Roteiro: Robert Knott e Ed Harris, baseado em livro de Robert B. Parker.
Elenco: Ed Harris (Virgil Cole), Viggo Mortensen (Everett Hitch), Jeremy Irons (Randall Bragg), Renée Zellweger (Allison French), Robert Jauregui (Xerife Jack Bell), Timothy V. Murphy (Vince), Luce Rains (Dean), James Tarwater (Chalk), Boyd Kestner (Bronc), Gabriel Marantz (Je Whittfield), Cerris Morgan-Moyer (Tilda), James Gammon (Earl May), Timothy Spall (Phil Olson), Tom Bower (Abner Raines), Erik J. Bockemeier (Fat Wallis), Ariadna Gil (Katie), Lance Henriksen (Ring Shelton), Adam Nelson (Mackie Shelton), Bob L. Harris (Juiz Elias Callison) e Daniel Parker (Mueller).

Sinopse: Novo México, 1888. Appaloosa é uma pequena cidade controlada por Randall Bragg (Jeremy Irons), um fazendeiro que se julga acima da lei e vive extorquindo os comerciantes locais. A fim de dar um basta nos abusos deste, os cidadãos contratam dois pistoleiros mercenários: Virgil Cole (Ed Harris) e Everett Hitch (Viggo Mortensen) – que ganham a vida “trazendo a paz” (conforme eles mesmos dizem) a cidades cujo poder policial é praticamente inexistente – para acabarem, de uma vez por todas, com o regime ditatorial imposto por Bragg e sua quadrilha.

Appaloosa – Trailer:

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Crítica:

Ao contrário do que muitos pensam, o gênero western é extremamente antigo (e ponha antigo nisso) e foi um dos primeiros espécimes a dar as caras no Cinema. Só para se ter uma idéia, um dos primeiros filmes roteirizados criados pela sétima Arte foi o perfeito “O Grande Roubo do Trem” de Edwin S. Potter, lançado em 1903. Ou seja, os populares “bang-bangs” tiveram a sua origem a cento e seis anos atrás (quando nossos avôs nem ao menos pensavam em dar início à sua existência) e não na década de 1930, com John Wayne atuando e John Ford dirigindo, conforme muitas pessoas pensam.

Tendo em vista isso, era de se esperar que, com o passar dos anos, as obras deste gênero cinematográfico fossem se desgastando cada vez mais, a ponto de não conseguirem mais contar com um pingo de originalidade sequer. Isto pode ser comprovado no próprio “Os Indomáveis” onde, ao analisá-lo, lembro-me de ter mencionado que alguns filmes já contam com certos defeitos antes mesmo de seu “nascimento”. No caso da obra estrelada por Russel Crowe e Christian Bale, o defeito estava no fato deste ser a adaptação de um outro filme (“Galantes e Sanguinários”, no caso) cuja sinopse tornou-se altamente batida com o passar dos anos. Ou seja, a mera intenção de se adaptar um filme clichê já se revela automaticamente um erro, e “Appaloosa – A Cidade Sem Lei”, infelizmente, acabou cometendo este deslize.

Se o leitor tiver a bondade de ler a sinopse que escrevi acima, irá notar que o argumento de “Appaloosa” possui como ingrediente principal um dos maiores chavões da história do Cinema: a dupla de amigos durões que, sozinhos, planejam derrotar uma quadrilha inteira de marginais. Não bastasse isso, o filme ainda tem a audácia (ou seria a falta de?) de incluir no roteiro a mocinha aparentemente meiga que rouba o coração do mocinho insensível e, pasmem, criar um ligeiro triângulo amoroso entre mocinho, mocinha e escudeiro do mocinho (já ouviram falar da lenda de Arthur, Guinevere e Lancelot? É mais ou menos igual, só que bem menos intenso e cativante).

E falando em escudeiro do mocinho, o que podemos dizer da dinâmica desenvolvida entre ele e o protagonista? Não fossem pelas boas atuações dos carismáticos Harris e Mortensen, ambos seriam risíveis. Os personagens até conseguem despertar o interesse do público devido, principalmente, à vida de andarilho que levam, mas o roteiro apela a piadinhas completamente sem graça e artifícios demasiadamente artificiais durante a confecção do alicerce do relacionamento entre Cole e Hitch. Só para se ter uma idéia, um dos maneirismos empregados na construção da dinâmica entre ambos é o fato do primeiro sempre esquecer-se da pronuncia correta de uma palavra ligeiramente complexa e recorrer ao segundo para auxiliá-lo. Isso nada mais é do que uma falha metáfora arrolada ao relacionamento entre os dois amigos, ou seja, quando um não obtém êxito em uma tarefa sozinho, recorre ao segundo.

Mas o problema mor não está necessariamente nos protagonistas da estória, pois conforme já fora mencionado, os mesmos, além de conseguirem nos despertar um certo interesse devido aos seus estilos de vida, são constituídos pelas interessantes atuações de seus respectivos atores. Todavia, a grande falha do filme, no que diz respeito ao quesito personagens, reside na composição de Allison French. Não bastasse o fato de ser o estereótipo da mocinha que se faz de santa quando, na realidade, trata-se de uma vadia em larga escala, French é incorporada por uma pavorosa atuação de Renée Zellweger. Além da atriz empregar o uso de um tom de voz ridículo e irritante, a mesma passa o filme todo com a mesmíssima expressão: um maçante, e nada convincente, sorrisinho sem dentes que falha gritantemente na tentativa de fazer com que a mesma aparente ser uma moça meiga. Aliás, se fosse possível, juro que atravessaria a tela do cinema e extrairia todos os dentes que Zellweger escondeu por trás daquele sorriso fajuto com uma sequência de socos deferidos da maneira mais forte o possível (é, eu sei, ando bastante estressado e mal-humorado ultimamente, mas juro que logo passa).

O antagonista da trama, no entanto, revela-se minimamente interessante (o que já é uma grande coisa, tendo em vista a mediocridade do filme de um modo geral). Randall Bra
gg pode até não contar com quaisquer resquícios de originalidade, mas ao menos não descamba para o estereotipado vilão dos demais filmes do gênero. O personagem, encarnado através de uma cativante atuação do sempre ótimo Jeremy Irons, se revela um típico vilão de western (o que não quer dizer que seja necessariamente um clichê, muito pelo contrário). Ao invés de apresentar um semblante carrancudo ou um gênio cruel o bastante a ponto de matar uma pessoa apenas pelo prazer de matar, Bragg se revela um homem elegante (bem mais elegante que os próprios “heróis” do filme, diga-se) e dotado de certa cultura e charme. O vilão não é do tipo desequilibrado que chega atirando antes mesmo de falar. A primo, ele conversa, negocia, tenta persuadir pacificamente. Caso o diálogo não funcione da maneira esperada, o mesmo toma medidas mais extremadas. Um dos maiores acertos do filme, sem duvida.

Mas se o longa acerta na caracterização de Bragg, falha terrivelmente ao incluir, não apenas ele como os demais personagens também, em tiroteios tolos sem propósito algum. Aquela que era para ser a cena de ação mais poderosa do filme se revela decepcionante e falha, principalmente no que diz respeito ao motivo de sua existência. A mesma se mostra mais uma despropositada disputa pela recuperação da honra (afinal de contas, levar um “par de galho” na testa não deve ser muito honroso, não é mesmo?) do que uma querela pelo cumprimento da lei. O duelo final então nem se comenta, altamente ridículo e artificial.

O grande defeito da obra que marca a estréia de Ed Harris na direção consiste, no entanto, na dificuldade que o roteiro encontra para encaixar cenas de ação que preencham as suas lacunas vazias. Pois é, se o filme não consegue criar um drama tão eficiente quanto “Dança Com Lobos”, ou uma ação tão tensa quanto “Matar ou Morrer”, ou personagens tão bem desenvolvidos quanto os de “Três Homens em Conflito”, ou ainda uma química tão cativante quanto a dos protagonistas de “Os Indomáveis” (só para citar um filme bastante recente e não ser tachado de saudosista e/ou tradicionalista), o mínimo que se pode esperar é que ele funcione no que diz respeito à diversão. Pois nem como mero filme pipoca “Appaloosa – A Cidade Sem Lei” funciona. Contando com pouquíssimas sequências de ação, o western é maçante e os seus cento e quatorze minutos (um tempo relativamente curto comparado ao dos filmes atuais) de projeção custam a passar.

Nem tudo, porém, pode ser tachado de ruim, medíocre, ou simplesmente bom, no filme em questão. Além da atuação de Irons, outros quesitos se mostram acima da média em “Appaloosa”, bem como a fotografia, a direção de arte e a trilha-sonora. A fotografia é bela e realça muito bem as paisagens filmadas por Ed Harris (a propósito, o diretor pode até não realizar convincentes movimentações com a câmera, mas se mostra bastante eficiente quando cria ângulos fantásticos a fim de focar paisagens belíssimas). A direção de arte é ótima e cria muito bem uma cidade pequena e pacata, mas levemente suja. A trilha-sonora, por sua vez, nos remete à época retratada pelo filme e cria uma fantástica aura por trás da trama.

É realmente lamentável, no entanto, que “Appaloosa – A Cidade Sem Lei”, além de não apresentar absolutamente nada de novo, apele a todos os clichês possíveis e se mostre um filme aborrecedor. Uma produção mais ousada e menos patética poderia facilmente ter colaborado para a prorrogação do prazo de extinção do western que é um dos primeiros e mais importantes gêneros da história do Cinema.

Avaliação Final: 4,0 na escala de 10,0.

Crítica – Os Indomáveis

Uma das grandes injustiças do Oscar deste ano parece ter sido a triste esnobada dos membros da Academia em relação a este ótimo “Os Indomáveis” (mais uma vez digo que nada tenho contra títulos nacionais, mas este é mais um exemplo onde o título original seria muito mais condizente com o filme em si) às categorias principais. Filmes como “Sangue Negro” e “Onde os Fracos Não Têm Vez” se revelaram exemplos bem sucedidos (sobretudo o primeiro) da volta dos westerns às telonas, mas vale lembrar que ambos não podem ser considerados necessariamente filmes de ação e/ou aventura, mas sim dramas. Um clássico exemplo contemporâneo de western a lá Sergio Leone e John Ford é este “Os Indomáveis”, um filme de ação que, mesmo com seus defeitos, fica bem acima da média e prova que o gênero ainda tem muito a oferecer a Sétima Arte.

Ficha Técnica: Em Andamento

Sinopse: Daniel Evans (Christian Bale) é um jovem rancheiro escolhido pelo xerife para escoltar Ben Wade (Russel Crowe), um perigoso líder de uma gangue, até o tribunal de Yuma, no Colorado. Mas ao chegar lá, o rapaz é surpreendido pelo bando do criminoso disposto a tudo para libertá-lo. A partir daí, é iniciada uma forte batalha entre as gangues rivais.

3:10 to Yuma Trailer

3:10 to Yuma Trailer 2


Crítica:

Um grande problema ao se adaptar um filme relativamente antigo nos dias atuais está na maneira como o original envelheceu com o passar do tempo. Nunca assisti a “Galante e Sanguinário” (filme que servira de inspiração a este “Os Indomáveis”), mas certamente o longa não envelhecera bem o bastante (não se ouve falar tanto dele quanto de outros westerns) a ponto de receber uma adaptação perfeita do ponto de vista artístico. Aquilo que poderia passar despercebido na década de 50, soa como clichê nos dias de hoje. Aquilo que aparentava ser uma sinopse bastante interessante na década de 50, soa extremamente batida atualmente (tanto que nos últimos anos, sinopses semelhantes foram utilizadas em vários outros filmes). “Os Indomáveis”, infelizmente, sofre destes graves problemas que parecem ter se aflorado na obra antes mesmo desta ter o seu argumento concluído. Por outro lado, o longa foi cuidadosamente trabalhado em todos os seus aspectos, variando desde a Direção de Arte e Fotografia que nos introduzem a um oeste longínquo sujo, primitivo e violento, às fantásticas atuações de Russel Crowe e Christian Bale (sobretudo o primeiro que encarna seu personagem com uma naturalidade invejável) que não só duelam com armas como também com diálogos para lá de inteligentes e dinâmicos (“___Malditos trens! Nunca se pode confiar neles, não é?”, um diálogo que, dentro do contexto da obra, se encaixa muitíssimo bem). O desenvolvimento de seus personagens também é extremamente bem feito. Em um filme menos inteligente (lembrei-me de “16 Quadras” agora), teríamos apenas um protagonista que almeja transportar um prisioneiro de um lugar para o outro e receber a recompensa pelo serviço. Aqui, a dinâmica entre protagonista e prisioneiro é trabalhada com muito cuidado, uma vez que o passado de ambos vai sendo revelado aos poucos, fazendo com que, além de nos apegarmos aos mesmos, descubramos o porquê de suas crises atuais. O longa conta com um final deveras imprevisível, mas que, infelizmente, nos apresenta a uma mudança para lá de artificial no caráter do antagonista.

Avaliação Final: 8,0 na escala de 10,0.

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Crítica – No Tempo das Diligências

Alerta cinéfilo! Não era possível que assistindo tantos filmes na vida eu nunca havia visto um John Ford .Erro!Precisava reparar logo,mas por qual começar?Apesar de ser um gênero que eu goste muito, os westerns nunca conseguem prender tanto minha atenção e ainda por cima me deparo com dois cinéfilos detonando o que seria a obra prima do cineasta: “Rastros do Ódio”, mas eu ainda precisava de um John Ford,urgente!
Reparando meu erro consegui uma grande obra-prima que o diretor filmou em 1939.”No Tempo das Diligências” não só foi um western que conseguiu me prender em frente a tela todo o tempo,como também digo que desde “O Tesouro de Sierra Madre” eu não assistia a uma aventura tão boa,e vou mais além,desde “Os Sete Samurais” um filme daquele tipo não me cativava tanto. Disse que foi o western que mais prestei atenção? Sim, talvez por isso algumas imperfeições não me fugiram e mesmo que amemos o filme, um cinéfilo deixá-las passá-las despercebidas propositalmente, seria como renegar uma cultura…

Crítica:


John Ford é um cineasta conhecido por fazer fabulosos western,presente em grande maioria das listas de cinema,ele tem em seu “currículo” uma obra-prima impossível de se passar indiferente,trata-se de “No Tempo das Diligências”.Um western que nos envolve de maneira fantástica,e talvez uma das mais notórias características dele é justamente fugir de todos os clichês que um western comum traria:não existe a mocinha forte e incenssível, não têm cenas em que vemos banhos de sangue e muito menos um grande bandido para nos fazer pensar:”esse é o vilão!”.Não!O roteiro vai pela originalidade, trata-se apenas de um grupo de pessoas que por motivos diversos são trasportadas em uma diligência e atravessam o Arizona. Conhecemos cada um deles e vemos um medo em comum.Todos eles são alertados já de início que a rota está sob ataque,e a qualquer momento podem (ou não)serem atacados por grupos indígenas.Está travado o clima que sesegue por quase 100 minutos de filme,porém já no início comete-se um erro que por muito pouco leva o filme ao fracasso, tentando desviar de todos os clichês,”No Tempo das Diligências” acaba caindo no mais óbvio deles:apresenta o protagonista: um herói canastrão,que busca vingança,tenta seduzir uma mulher e acabou de sair de uma cadeia,a estória ganha seus pontos baixos justamente nas cenas em que John Wayne aparece,e chega a ser constrangedor a relação dele com uma das mulheres presentes na diligência,o fato é que John Ford consgue salvar seu filme.Como?Construindo de forma tão perfeita seus codajuvantes que o próprio protagonista passa quase despercebido,temos de tudo:médico alcoolatra;mulher fria e misteriosa,mulher com olhar dócil,vendedor covarde,patriota mal humorado e um típico cavalheiro do oeste,e dentro da diligência vemos uma mistura de personalidades diferentes,que a todo momento são obrigado a decidir o próprio futuro diante do perigo do possível ataque e é claro,confiar no julgamento dos outros,e todos os personagens estão lá,presentes,todos são necessários à estória,o interessante é que o medo que cada um está sentindo nunca é demonstrado em palavras,mas sim em gestos e olhares,o que faz com que “No Tempo das Diligências” não se torne uma experiência monótona e cansativa.
Nada escapa à câmera de John Ford, que procura mostrar detalhadamente todos os hábitos daquelas pessoas e faz um contraste magnífico com as paisagens do oeste norte-americano,e talvez tanto realismo pode ser o responsável por nos transportar direto para àquela época,a conseqüência foi as imagens terem envelhecidos tanto com o tempo,o mesmo aconteceu com obras como “…E o Vento Levou” lançado no mesmo ano.O filme além de tudo conta com uma fotografia belíssima e com um ritmo que respeita a estória,mas ao mesmo tempo foge de várias coisas que ela propunha.Tudo vai seguindo seu caminho até chegar ao clímax principal.
“No Tempo das Diligências” é tão interessante quanto “O Tesouro de Sierra Madre” e tão cativante quanto “Os Sete Samurais”.

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